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Santa Mônica realiza live com Valeskinha, Campeã Olímpica de Voleibol

No dia 28 de maio, o Departamento de Esportes do Santa Mônica Clube de Campo realizou uma live com a Campeã Olímpica de Voleibol, Valeskinha. A atleta, que compôs a equipe Rexona de Curitiba, de 1997 a 2000 e, também, compõe a equipe Curitiba Volêi há três temporadas pela Superliga de Voleibol, trouxe para os atletas Moniquenses sobre a sua carreira dentro da modalidade, dicas sobre a parte técnica, tática e física, além do incentivo ao estudo e foco nos objetivos. Foram mais de 70 participantes em quase 2h de bate-papo.

Valeskinha também falou sobre a sua trajetória dentro do Voleibol e como foi conquistar o título olímpico. A live tinha como objetivo, também, segundo Marcelo Ribaski, técnico da Equipe do Santa Mônica, além de manter o contato com a comissão técnica, aproximar os atletas do sonho de chegar às Olimpíadas. “Nós achamos importante para os atletas ouvir de uma Campeã Olímpica as dificuldades encontradas em uma carreira tão vitoriosa, com conselhos, como surgiu o voleibol em sua vida e qual a sensação de representar o Brasil para mostrar que eles podem, também, ter uma carreira como a da Valeskinha e, com essa live, nós tivemos um bom retorno dos Moniquenses”, diz.

A associada Claudia Mafra é mãe da atleta do Santa Mônica Camile Mafra, de 14 anos. Ela conta sobre esse período de distanciamento social e qual impacto teve na rotina de treinamentos da filha. “Está sendo desafiador sair da rotina de trabalho, de estudo, treino e lazer e, para isso, foi necessário criar novas rotinas, novas adaptações para não deixar de lado a prática de exercícios além das tarefas escolares”, comenta.

Claudia fala ainda sobre como foi participar, junto de Camile, da live. “Foi uma experiência incrível. Nos passou energias positivas para que possamos persistir e alcançar os nossos objetivos, além de querer ser melhor a cada dia. Com certeza é um exemplo de atleta e pessoa para todos”, completa.

Atleta do Voleibol, na categoria Master, Vera Lucia Casagrande também sofreu com o distanciamento social e com a falta dos treinos. “É muito difícil precisar parar, repentinamente, pois a atividade física faz falta, principalmente porque a Equipe estava em várias competições simultâneas, treinamento duas vezes por semana e nos finais de semana também”, comenta.

Vera fala também sobre a importância da live para os atletas, como engajamento e de ser um exemplo para eles continuar treinando e não desistir dos sonhos.

Durante o distanciamento social

Os atletas, no período de suspensão das atividades do Santa Mônica, receberam treinos ministrados pelo preparador físico Gabriel Api. “Procuramos colaborar na motivação dos treinamentos em casa, reduzindo as consequências na mudança da rotina do confinamento e orientando os atletas a minimizarem, ao máximo, a perda de força física e condicionamento para quando voltarem aos treinamentos reduzirem os riscos de lesões”, diz Marcelo.

Das previsões para o retorno aos treinamentos e competições, Ribaski finaliza com a importância de seguir todos os protocolos de segurança e saúde. “Ainda são muitas incertezas de como será daqui para frente. Retornamos com os treinamentos dia 10 de junho apenas com a categoria Sub 17 – Masculino e Feminino e de forma gradual, assim podemos nos adaptar aos novos meios de treinamento em período de pandemia e pós-pandemia”, completa.

A Federação Paranaense de Voleibol ainda não tem uma previsão do retorno das competições. Gradativamente, os atletas do Santa Mônica retornarão com os treinamentos conforme determinações dos órgãos de saúde.

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